Se me ponho a cismar em outras eras
Em que rí e cantei, em que era querida,
Parece-me que foi outras esferas,
Parece-me que foi numa outra vida...
E a minha triste boca dolorida
Que dantes tinha o rir das primaveras,
Esbate as linhas graves e severas
E cai num abandono de esquecida!
E fico, pensativa, olhando o vago...
Toma a brandura plácida dum lago
O meu rosto de monja de marfim...
E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!
Florbela EspancaExcluir comentário
- Às 18:41 em 9 novembro 2009,
Anabela Nóbrega disse...
Amiga Zézinha estou aqui hoje para te dizer
o quanto me sinto feliz por te ter encontrado
e por fazeres parte da minha vida
Estamos sempre juntas…
na alegria e na tristeza…
somos mais que amigas…
verdadeiras irmãs…
Por isso quero que saibas…
que nossa amizade…
será mais que melhor…
será eterna…
Obrigada por estares sempre comigo, minha amiga…
…Sou eternamente grata a Deus por ter-te
colocado em minha vida
Muito obrigada por existires.
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